
Cartas as Igrejas
2025 • 7 faixas
Sete cartas, sete espelhos. De Éfeso, que perdeu o primeiro amor, a Laodicéia, morna e cega para sua própria pobreza — este álbum não celebra a Igreja, ele a confronta. Uma obra que dói de propósito, porque o Apocalipse nunca teve a intenção de confortar quem dorme.
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Faixas
Conheço tuas obras e tua constância
Teu esforço e tua perseverança
Puseste à prova falsos apóstolos
Descobrindo que eram mentirosos
Perseveraste por meu nome, sem desfalecer
Tenho, porém, contra você
Você perdeu o primeiro amor
Lembre-se de onde caiu
Arrependa-se e volte ao fervor
Se você não se arrepender
O candelabro será tirado do lugar
Mas há algo a seu favor
Você odeia essas obras perversas
Que eu também odeio
Quem tem ouvidos, ouça agora
O que o Espírito diz às igrejas
Ao vencedor darei da árvore da vida
No paraíso de Deus
Volta ao primeiro amor
Reacende o teu ardor
Lembra o dia em que o Senhor te alcançou
Hoje Ele te chama — volta ao primeiro amor
Volta ao primeiro amorAquele que é o Primeiro e o Último
Que morreu e vive, te diz
Eu conheço tua aflição e pobreza
Mas aos meus olhos você é rico
Conheço a acusação dos que se dizem fiéis
E não são eu vejo tudo
Não temas o que ainda virá
Alguns serão provados na prisão
A tribulação terá seu tempo contado
Seja fiel até o fim, e eu te darei a coroa da vida
Quem tem ouvidos, ouça agora
O que o Espírito diz às igrejas
O vencedor não sofrerá dano da segunda morte
Permaneça firme, não tema
A vida aqui é um sopro que passa
A alegria eterna o espera
Incomparável, sem medida
Ele vive, está com você
Segue fiel: a coroa é tuaAquele que tem a espada de dois gumes diz
Eu sei onde você vive onde o mal se assenta
Mesmo assim, você manteve meu nome e não negou a fé
Quando um dos meus fiéis foi morto
Tenho, porém, contra você
Aí há ensinos que fazem tropeçar
Mesas de ídolos, impureza práticas que eu odeio
Arrependa-se senão virei e lutarei
Com a espada da minha boca
Casamento com o mundo: glória sem cruz
Verdade diluída, fé negociada
Eu chamo você de volta ao coração simples
A palavra limpa, sem mistura
Quem tem ouvidos, ouça agora
O que o Espírito diz às igrejas
Ao vencedor darei do maná escondido
E uma pedra branca com um novo nome
Que só ele saberá
Não negocie a fé o brilho do mundo é vento
Escolha a mesa do céu maná verdadeiro, nome novo
Volte à verdade sem mistura e siga fiel até o fimAquele de olhos como fogo e pés de bronze diz
Conheço teu amor e tua fé
Teu serviço e tua raiz
Tu fazes mais do que no começo
Eu vejo tudo e te conheço
Mas há um porém
Também toleras Jezabel, não fazes bem
Ela seduz para idolatria
Troca a verdade por fantasia
Dei tempo para se arrepender
Mas ela não quis voltar
Quem segue seus passos escuros
Que pare, que venha mudar
Ao restante não porei outra carga
Guardem o que têm até Eu chegar
Quem tem ouvidos, ouça agora
O que o Espírito diz às igrejas
Ao vencedor darei autoridade
Sobre as nações quebradas em pedaços
E lhe darei a estrela da manhã
Não sigas Jezabeis modernas
Likes, fama, brilho sem dor
Atalhos, poder sem serviço
Promessa sem cruz, sem amor
Se a tela grita agora, mais examina o teu coração
Fica com Cristo
Luz que liberta
Verdade sem mistura, direção
Segura o que tens, guarda a chama
A manhã já vem brilhar
Quando a estrela nascer no alto
Fiel, contigo Ele vai estarAquele que tem os sete espíritos de Deus
E as sete estrelas diz conheço as tuas obras
Tens fama de estar vivo mas estás morto
Desperta! Fortalece o que resta antes que tudo morra
Não achei tuas obras completas diante do meu Deus
Lembra o que recebeste e ouviste guarda, arrepende-te
Se não vigiares, virei como ladrão sem aviso, sem sinal
Mas alguns em Sardes não mancharam suas vestes
Andarão comigo de branco são dignos, fiéis e puros
Quem tem ouvidos, ouça agora
O que o Espírito diz às igrejas
O vencedor será vestido de branco
Não terá seu nome apagado do Livro da Vida
E eu confessarei seu nome diante do Pai e dos anjos
Não basta aparência, nem título vazio
O mundo aplaude, mas o céu vê frio
Desperta do sono, volta à essência
Revive a fé, a obediência a vida curta não sustém
Mas Cristo chama: vigia tambémAquele que é Santo e Verdadeiro
Que tem a chave de Davi, diz
Eu pus diante de você uma porta aberta
Ninguém a pode fechar
Você tem pouca força
Mas guardou a minha Palavra
Não negou o meu Nome
Eu farei que os que se dizem fiéis
E não são, venham e se prostrem
Aos teus pés, e saibam que eu te amei
Guardaste a minha Palavra eu também te guardarei
Da hora da provação
Venho em breve! Segura o que tens
Para que ninguém tome a tua coroa
Ao vencedor farei coluna
No templo do meu Deus
Escreverei sobre ele o meu nome
O nome da cidade, o nome novo
Não temas tua pouca força
Tua fidelidade abriu a porta
O mundo pode zombar
Mas Cristo confirma e sustenta
Segura firme o que tens
Vive o amor que não se apaga
O que Ele abre, ninguém fecha
A coroa é certa, eterna, claraAo anjo da igreja em Laodiceia escreve
Conheço as tuas obras não és frio nem quente
Quem dera fosses um ou outro mas és morno
E estou a ponto de vomitar-te da minha boca
Você diz: Sou rico, nada me falta
Não sabe que é miserável, cego e nu
Aconselho: compre de mim ouro puro
Vestes brancas, colírio para ver
Eu repreendo a quem amo seja zeloso, arrependa-se
Eis que estou à porta e bato
Se alguém ouvir minha voz
E abrir, entrarei e cearei com ele e ele comigo
Ao vencedor darei lugar comigo no meu trono
Assim como venci e me assentei com meu Pai no trono
Não confie na riqueza vazia
Nem na glória que logo se apaga
O Senhor ainda bate à porta
Abre hoje enquanto há tempo
Não seja morno, desperta
Reveste-se de pureza e luz
A mesa está posta, a voz te chama
Ainda há lugar, volta a Jesus